QUE BOM, VOCÊ CHEGOU!

Meus queridos,

Seja Divino, seja Profano, sejamos nós, os dois, que bom que você veio!
Aqui, colocarei minhas impressões, fatos, comentários, pensamentos, textos interessantes de outros que fortaleçam esses elementos que em mim residem.
Meu lado místico, florescerá!
Meu lado técnico se posicionará!
E você usufruirá do meu cantinho ... o que me dá muita alegria.
Comente à vontade, se torne seguidor e compartilhe minhas ideias nas Redes Sociais.

Namastê!!!

Marcia Valéria Lira Santana



quarta-feira, 2 de novembro de 2011


NÓS e 7 BILHÕES



Eu só...sou  eu.

Nós,  ...  fazemos muitos.

Juntos somos massa.

Massa precisa de recheio...  

E  vento e luz e som e sombra e água e coisa.

Coisa ...

Que é igual ou tal qual ao desejo não resolvido

Ou pela decisão de apenas a vontade de ter, sem nenhum compromisso de  ser.

...

 E assim,  caminha a humanidade.

Caminho eu, caminhas tu, caminha ele...

Caminhamos nós.

Que esse caminhar chegue a um lugar seguro.

É...

É muita gente.

São muitos os planos, os sentidos, os projetos, os clãs,

Os feitos e efeitos.

Devemos nos preparar para assim,

Mesmo com tanta gente...

Pra realizar sonhos,

Aplaudir ...

seres e fazeres.

Permitir  a todos o ter

E,

Principalmente,

Abrir o mundo pra se Ser.

Benvindos,  7 Bilhões de almas!

Que Deus nos tenha

E a Terra nos provenha!
Varekai!



De  Marcia Valéria Lira Santana, em 31 de outubro de 2011, aos 7 Bilhões de habitantes, nesse planeta Terra.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

É ISSO?

Um dia desses, criança.
Depois disso e entre isso,
Eu.
O tempo discorreu e prometeu.
Vi minha imagem e semelhança
Numa nova esperança.
O tempo, por si só, correu.
Sou eu?

Marcia Valéria Lira Santana, em 12 de outubro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

AOS MEUS QUERIDOS QUE JÁ SE FORAM

Vagueiam suavemente os teus olhares
Pelo amplo céu franjado em linho:
Comprazem-te as visões crepusculares...
Tu és uma ave que perdeu o ninho.

Em que nichos doirados, em que altares
Repoisas, anjo errante, de mansinho?
E penso, ao ver-te envolta em véus de luares,
Que vês no azul o teu caixão de pinho.

És a essência de tudo quanto desce
Do solar das celestes maravilhas...
- Harpa dos crentes, cítola da prece...

Lua eterna que não tivesse fases,
Cintilas branca, imaculada brilhas,
E poeiras de astros nas sandálias trazes...

Alphonsus de Guimaraens